"Não se deve obrigar ninguém a agir de modo contrário à sua consciência.
Mas isso não quer dizer que todas as decisões tomadas em consciência sejam corretas, ou que todas as opiniões tenham o mesmo valor.
Mesmo com muita boa vontade, todos podemos errar, por falta de conhecimentos, ou por não querermos equacionar bem as coisas.
De fora, podem ver com mais objetividade e explicar-nos onde erramos.
O que não podem é obrigar-nos a vê-lo.
Deve respeitar-se a liberdade das consciências, isto é respeitar o processo pelo qual cada um chega a ver o que deve fazer".
Juan Luis Lorda
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